terça-feira, 23 de agosto de 2011

SLB ou RELIGIÃO

Para alguns será....uma "espécie de religião", para outros o topo da clubite e ainda para outros o exemplo ( deveria ser ) a seguir ou puro entretenimento. Desporto pelo desporto de se ser desportista...já não há. Parece-me que de tudo isto só fica “uma espécie “ de religião. Não condeno nem apoio, quem assim pensa. Cada um é como é, com defeitos e virtudes, porque só com virtudes ou só com defeitos, não há ninguém. Mas....

Numa Catedral, sem santos ( ou com eles) , mesmo tendo um Jesus que não será o Cristo, é difícil ser-se padre. Uma Catedral onde os fieis são mais que muitos, só peca por ter um Jesus que não sabe pregar ( leia-se treinar ). Quando os bispos ( leia-se directores ), chagarem à conclusão que este Jesus é falsificado, que em vez de serem católicos estão mais perto de serem ortodoxos, quando susbstituirem este Jesus por outro Messias qualquer ( não poderá haver Messias pior que o actual Jesus, ou dificilmente haverá ), então teremos uma Catedral cheia e com boas récitas. É isso que se pretende para esta Catedral, boas récitas e a cativar cada vez mais fieis. Esperemos pelos acontecimentos. Esperemos que os bispos saibam entregar a Catedral a um Messias que seja bom pregador e com isso obtenha bons resultados, que traga mais fieis para esta “espécie” de religião. Espero estar enganado, espero que este Jesus seja o Messias anunciado para fazer desta Catedral uma das maiores da Europa, mas que por enquanto não sabe pregar ( nem sei se alguma vez saberá pregar, nesta Catedral ). Provavelmente um Jesus que está à espera de um Cristo que saiba fazer milagres. Paciência!!! É!... acho que isso de paciência é uma espinha atravessada no Jesus que vai esperando por milagres.

domingo, 21 de agosto de 2011

CONFUSÃO!!!!

politica=futebol
hoje é verdade=amanhã é mentira
politica+futebol= cinismo
 é um facto, com ou sem "c", ao gosto do freguês.

Não sei porque saiu isto!!!!! Não  sei se tem a ver com política ou com futebol. Ou com as duas coisas! Ou será um desabafo? Desilusão com ambas? A politica deveria ser um dever cívico! ( ingénuo). O futebol um desporto que divertisse! ( ingénuo ).  Politica e futebol são coincidentes no poder, misturando-se por vezes. Oh! Santa ingenuidade....perguntem a um politico, qualquer um, se é político pelo poder!? A resposta será negativa!!!!! Perguntem a um qualquer presidente de um clube de topo se é presidente pelo poder, pela promoção social!? A resposta será negativa!!!! Um dirá que é um dever cívico, o outro dirá que quer ajudar o clube ou até promover a região. Que lindo!!! Ambos querem ajudar em alguma coisa. Ambos são beneméritos. Que mau pensamento tive hoje! Pensar que politiqueiros e futeboleiros são interesseiros...são só .... eirós. Eirós, fazem parte da nossa gastronomia. ( que é que isto tem a ver com o assunto anterior?) . Será que tem alguma relação com ensopado? Ensopado em Sarilhos Grandes costuma ser excepcional. Eirós, ensopado, Sarilhos......Grandes sarilhos!!!! Grande confusão. Futebol, politica, politica e futebol. Que raio de dia hoje...!!!!!!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ÁGUA NA BOCA

Depois do descanso, mais que merecido e do regresso ao porto de partida, fui convidado pelo mestre da embarcação, para uma “ comezaina “ feita por ele.  Aceitei de imediato porque ele é bom cozinheiro, pois já não é a primeira vez que degusto um pitéu do mestre. “ Foi ao lume “ um robalo, que segundo ele me disse não estamos no tempo dele, mas que por isso mesmo iríamos prová-lo, que o mestre tinha pescado de manhã. É um mestre com dotes culinários comprovados e mais uma vez  assim foi. Estava di-vi-nal. Pedi - lhe a receita e ....aqui vai ela:
800grs de filetes de robalo ( devidamente cortados pelo mestre), 2,5 ou três colheres de sopa de sumo de limão, sal, paprika, 100grs toucinho entremeado fumado, 3 ou 4 cebolas pequenas, 1 ou 2 pepininhos de conserva e óleo para fritar.
Lave os filetes com agua salgada ( tal como o peixe foi amanhado), seque-os e corte-os em pedaços pequenos. Regue com o sumo de limão  e deixe marinar entre 25 a 30 minutos. Tempere com sal e paprika. Corte o toucinho ás fatias e a cebola descascada e os pepininhos cortados ás rodelas. Espete o peixe, o toucinho, a cebola, e os pepininhos alternadamente nos espetos. Frite, na frigideira de todos os lados em óleo bem quente. Escorra os espetos. Acompanhe com salada de alface e tomate. Sirva com vinho tinto (nosso).
Garanto que é um excelente pitéu. Foi-me dito que esta receita se chama “Espetadas de robalo à húngara”. À húngara ou á portuguesa soube-me muuuuiiiitttoooo bem. O mestre soube cozinhar, provando que não é só bom na condução da embarcação, como também é bom nas pescarias e na cozinha. Assim que tiver um tempinho disponível....vou voltar à Ilha ( para provar mais uns cozinhados do Mestre, que é também um Mestre de culinária).

terça-feira, 16 de agosto de 2011

DESCANSO


"Vivó" descanso!!!!! Voltei à Ilha. Vale sempre a pena uma visita à Ilha. Se o paraíso existe.....eu estive lá!!!! Vista lavada. Sobretudo, descansado.     Fui sem relógio. Sem relógio e sem notícias. Nada de televisão ou jornais. Visita a grutas, umas pescarias pelo meio. Descanso absoluto. Dias despreocupados. Nada de contacto com a actualidade. Realidade para longe. Pedi ao mestre da embarcação, para quando chegasse o dia de zarparmos em direcção à cidade, que me chamasse.   Desta vez, durante o regresso,  deu para apreciar as escarpas da cidade onde aportamos. É sempre lindo o afastamento da Ilha e a aproximação ao porto de destino, ao porto de onde tínhamos partido uns dias antes. Pronto para uma semana de trabalho intenso. As recordações, essas, vão perdurar até uma nova viagem à Ilha. Até poder voltar ao paraíso, que está mesmo ao ........virar do Cabo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

DESCANSO....INTERROMPIDO!!!!

Estava cá eu a pensar..........sendo uma pobre tartaruga, sem poiso certo, andando sempre com a casa às costas, que interesse poderei despertar, para ter quem me leia. O meu melhor ângulo “fotogénico” é o que apresento na fotografia deste sítio, que quando o abro, por vezes até eu me assusto. Isto era o meu pensamento num destes fins de semana de Verão. Mesmo com este pensamento ou por isso mesmo, decidi, mais uma vez, mudar de poiso e vai daí, fui fazer uma viagem, curta é certo, para uma Ilha que gosto ( gostar é pouco, para definir o que sinto pela Ilha), com intenção de descansar e apanhar um solzinho para secar a carapaça.  Com a paciência habitual do Mestre da embarcação ( que faz o favor de ser meu amigo), em esperar que eu chegasse a bordo, por causa da minha lentidão, lá começou a travessia até à Ilha.  Bom descanso, boas paisagens, boas “comezainas”, boa companhia, enfim, bom!! Excelente fim de semana, cheio de Sol e que estava a correr maravilhosamente bem. Como eu estava descansado! Bem disposto! Pronto para um regresso à vida agitada de mais uma semana de trabalho! Na hora da partida, mais uma vez,  abusando da paciência do Mestre da embarcação, lá cheguei a bordo e.....partimos.  O mar estava um espectáculo! Calmo, sem ondulação, coisa não muito frequente por estas bandas.  Aproveitámos ao máximo a viagem, orientados pela sabedoria, simpatia e boa disposição do Mestre, gozando a beleza do afastamento da Ilha, por um lado, e por outro a aproximação ao porto de partida.  O mestre da embarcação, como o mar estava óptimo, portanto reunindo todas as condições para tornar ainda mais agradável a viagem de regresso, dizia eu, o Mestre aproximou-se da costa da cidade onde íamos aportar, para nos mostrar as escarpas e grutas ao  longo da costa que são lindas. Abrandando a navegação, servindo de cicerone foi comentando o que íamos vendo e....PUM!!!!! Barulho identificado pelo Mestre como sendo um choque com uma rocha, que por a maré estar baixa, estava mais perto da superfície. Gerou-se a confusão. Barco a meter água. Eu que vinha  bem disposto a apreciar a beleza, linda desta costa, depois do excelente fim de semana, começo a pensar que o dia poderia não acabar da melhor maneira. Não sendo eu uma tartaruga de água, como é que me ia safar? Valeu o Mestre da embarcação, que sendo um dos melhores e sempre com a moral em cima, transformou aquela situação que poderia ser de pânico, em situação descontraída, trazendo o barco a bom porto. Não houve ninguém magoado, toda a gente aceitou a boa disposição do mestre da embarcação, que assim, conseguiu evitar o pânico que poderia ter sido gerado pelo risco de afundamento da embarcação, se bem que esta esteja equipada com os mais modernos meios de salvamento,  e trazer o pessoal são e salvo para terra firme. Se por um lado consegui descansar, carregar baterias para mais uma semana de trabalho, por outro......vou voltar à Ilha assim que a embarcação estiver arranjada.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

APETECE-ME

O PAI

Terra de semente inculta e bravia,
terra onde não há esteiros ou caminhos,
sob o sol minha vida se alonga e estremece.

Pai, nada podem teus olhos doces,
como nada puderam as estrelas
que me abrasam os olhos e as faces.

Escureceu-me a vista o mal de amor
e na doce fonte do meu sonho
outra fonte tremida se reflecte.

Depois... Pergunta a Deus porque me deram
o que me deram e porque depois
conheci a solidão do céu e da terra.

Olha, minha juventude foi um puro
botão que ficou por rebentar e perde
a sua doçura de seiva e de sangue.

O sol que cai e cai eternamente
cansou-se de a beijar... E o outono.
Pai, nada podem teus olhos doces.

Escutarei de noite as tuas palavras:
... menino, meu menino...

E na noite imensa
com as feridas de ambos seguirei.

Pablo Neruda, in "Crepusculário"
Tradução de Rui Lage

A todos os PAIS do Mundo

quarta-feira, 27 de julho de 2011

AH!!! POUPANÇA... PARA QUE TE QUERO....

Em tempo de crise, subsidio de Natal para os cofres do estado, compreensão de toda a gente , colaboração na recuperação do País, enfim com o poder (?) económico completamente destroçado, resta-nos..........tentar poupar uns grãos ( grão a grão...). Assim podemos...
Evitar que as roupas para o próximo Inverno, fiquem livres de «traças». As roupas de lã podem durar uma vida inteira, mas é preciso manter as traças à distância. Se a sua cómoda ou o roupeiro não são de madeira de cedro, proteja a roupa de Inverno com saquetas de cravinho.  Arranje umas saquetas de musselina numa loja de produtos naturais, ou faça-as em casa, e encha cada uma com uma mão cheia de cravinhos inteiros. Para não sujar a roupa com óleo e evitar derrames, coloque cada saqueta num saco de plástico pequeno, mas não o feche.  Pendure as saquetas no roupeiro ou guarde-as numa gaveta da cómoda,  e manterá assim, as traças longe das roupas de lã.
Ou evitar ainda gastos com desodorizantes para tirar os odores de malas e caixas de arrumação:
Meta umas folhas de papel de jornal amarrotadas dentro das caixas ou malas, feche-as e não as abra durante quatro ou cinco dias. Pode também utilizar este método para baús, neste caso reforce a quantidade de papel de jornal.
Poderá não ser grande a poupança , mas grão a grão....evitamos gastar onde não é necessário. Esta postagem serviu para descontrair. Serviu para ir brincando com os males que nos acontecem e que têm tendência a...não melhorar. Serviu para, enquanto o escrevi, não pensar na crise, espero que aqueles que fizerem o favor de me ler, também esqueçam por momentos o período menos bom que estamos a atravessar ( espero eu). Espero que todos estes sacrifícios que estamos a fazer (já sei desde há 35 anos atrás), tenham alguns resultados positivos. Espero que quem nos governa tenha as soluções que apregoou, espero ainda que acabe com os “ job of the dear boys”, para não sermos “socratizados”, ou agora ficarmos  como que “ passados”. É esperar para ver, até agora......

domingo, 10 de julho de 2011

"SÁBADO" 28 DE OUTUBRO 2010

Só agora me chegou à mão uma revista “ Sábado “ datada de 28 de Outubro de 2010. O que me leva a comentar, ou a publicar esta postagem, é tão só a comparação feita nesta revista entre Angola e Moçambique no tempo colonial. Claro que todo o artigo tem suporte de quem lá viveu, tanto em Angola como em Moçambique, apenas foi esquecido comentar que as pessoas que servem de suporte não são ou não eram o comum  cidadão, eram os ricos os que viviam num mundo aparte, eram a élite. Nem todos tinham possibilidades de terem três criados, havia quem tivesse sim, havia até quem tivesse mais, tendo quem servisse à mesa, para além do cozinheiro, do mainato e do ajudante deste. Havia também quem não tivesse receio de partir uma unha e preferisse fazer a comida, nalguns casos não era por opção. Embora se notasse menos a diferença de classes, esta existia, pelo menos no lado oriental de África.  Em Moçambique por exemplo o cidadão comum,  não se deitava à meia-noite ou à uma da manhã, até porque começavam a trabalhar às 7 ou 8 horas da manhã ( no meu caso, só a título de exemplo, sendo empregado do estado durante o período em que trabalhei em Lourenço Marques começava a trabalhar às 7 ( sete) da manhã e quando trabalhei na Beira, ainda como empregado do Estado,  começava o meu dia de trabalho às 6,30 ( seis e meia ) da manhã, assinando o ponto uns 10 minutos antes para o chefe distribuir as funções de cada um. Falta aqui dizer que este departamento do estado empregava qualquer coisa como 20.000 trabalhadores, sendo 5 ou 6.000 europeus ( não posso precisar, porque já lá vão uns anitos ).  Haveria algumas situações coincidentes entre estas duas ex-colónias, claro que haveria , mas também muitas diferenças entre elas talvez a mais vizivel, seria que Angola estava a 4 horas do “ puto “ e Moçambique a 8 ou 9, mas mais perto da África do Sul e da Rodésia onde se ia mais frequentemente, até de férias. Afirmaria até que naquela altura haveria mais afinidade com a África do Sul ou Rodésia que propriamente Angola. Brincando com o que disse Samora Machel quando entrou em Lourenço Marques    depois de 7 de Setembro “ Moçambique é um país de esquerda, até na condução automóvel “.  Isto só a propósito de em Angola, tal como em Portugal a condução ser feita pela direita e em Moçambique ser feita pela esquerda.  Em Moçambique, se bem que houvesse mais liberdade,  direi que no convívio entre rapazes e raparigas, não havia assim tantas festas em casa uns dos outros, algumas sim ( alguns fins de semana, os chamados " parties " ), mas eram mais nas colectividades ( e havia muitas, como a casa da Madeira, casa das Beiras, Associação dos Naturais, Associação Indo-Portuguesa, Velhos Colonos, são as que me lembro, estando a citá-las de cor ). Esta postagem não tinha razão de existir se depois de ler o destaque da “ Sábado “, não tivesse ficado com a ideia de que em África tudo era facilidade, que quase não era preciso trabalhar para ter uma vida boa, que todos os que passaram por África foram, eram ou são ricos. Lá como cá, os ricos sempre foram uma classe aparte, misturas sim, mas pouco. Exemplo disso? Clube Naval de Lourenço Marques. Nem toda a gente era admitida como sócio, pois era um clube da tal elite. No entanto para lá disso, havia sã camaradagem, amigos que se fizeram para toda  a vida. Mais abertura na sociedade, quando cá era mais fechada. No Portugal Europeu da altura tinha-se vistas curtas. Em África (Moçambique), havia confiança nas pessoas, não eram intriguistas, era sã a amizade . Seguia-se o lema de “todos são boas pessoas até prova em contrário”. Daí as pessoas terem ficado mais ricas em conhecimentos, encarando a vida de uma forma a que não estavam habituados, a serem mais solidários ( bairristas, no caso da Beira ). Reconheço que poderei estar a ser tendencioso, pois não tive assim tanto tempo de África, apenas fui para lá com 17 anos ( sozinho ) regressei com 32 ( com família formada ). Não queria que fosse uma postagem tão longa. As recordações ficam com quem viveu por estes lados. Acredito, tenho a certeza, que todos os que lá viveram e nasceram, sendo élite ou não, todos os que por lá passaram, gostam de África de uma maneira especial ( Continente onde até o cheiro da terra é diferente ). Se não fosse o destaque da “Sábado”, com suporte de uma classe previligiada na altura, não tinha existido esta postagem.  A minha formação de adolescente e a transição  para homem foi feita em África e orgulho-me de que assim tenha sido.

terça-feira, 5 de julho de 2011

CRIANÇADA!!!!! VAMOS DE FÉRIAS??

Tempo de férias! Descanso!!!! Que bom!!!! Mas.....Para quem tem miúdos em casa dá para ir mostrando algumas novidades  e passar por sábio. O meu livrinho tem destas coisas.  Explique  aos “ piquenos “ que tem em casa, o que é a gravidade. É simples, mais simples que o simplex e não falha. Vejamos:
Ponha-se em pé em cima de uma cadeira, com uma bola de ténis em cada mão e estique os braços para que ambas fiquem à mesma distância do chão. Peça aos miúdos que prestem atenção e solte as bolas. Tocarão ao mesmo tempo o chão. Em seguida repita a experiência com uma bola de ténis e uma bola de pingue-pongue, sendo esta bastante mais leve que a de ténis. Pergunte-lhes qual delas chegará primeiro ao chão. A maior parte dos miúdos ( e alguns graúdos ) dirá que é a bola de ténis. Que enganados estão!!!! Chegarão ao chão exactamente ao mesmo tempo, porque a força da gravidade não depende do peso dos objectos. Se fizer esta experiência com uma bola e uma pena, os miúdos ( só ? ) aprenderão também  que os objectos menos densos caem mais devagar devido à resistência do ar.
Brincando a ensinar, chamando a atenção dos miúdos, passando por conhecedores de muitas coisas que poderão cativar a criançada ( e não só ), deixando-os a pensar que pais e avós são mesmo bons e que valerá a pena aprender com eles. Mesmo de férias há divertimento. Os “cotas” sabem.....qualquer coisita. Brincando a ensinar ficamos com toda a certeza mais satisfeitos e aprendendo os miúdos ficarão também contentes. É só experimentar e ver os resultados.